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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Disfunções Intestinais e Lesão Medular

Concluindo essa série de matérias sobre mielomeningolece vamos entender como funciona o intestino dessas crianças. Relembrando que a mielomeningocele é um tipo má formação que afeta a coluna e interfere nos movimentos dos membros inferiores e por vezes causa incontinência urinária ou fecal. Apesar de existir proximidade entre os esfíncteres urinário e anal, a continência de urina não significa automaticamente a continência das fezes. A continência fecal em todos os indivíduos é drasticamente afetada pela consistência do bolo fecal, quanto mais amolecidas estiverem as fezes, mais difícil é a sua retenção devido a anatomia própria da região. Outro fator importante a ser analisado nesses pacientes é se todo o conteúdo intestinal foi eliminado durante a última evacuação. Para melhorar a consistência do bolo fecal a alimentação é fundamental, e é sempre válido consultar um nutricionista para melhor o cardápio. Se a consistência das fezes estiver ideal e mesmo assim ocorrem os escapes o tratamento de fisioterapia pode melhorar a sensibilidade da região. Isto favorece o melhor esvaziamento do intestino e a percepção de quando existem fezes no canal do reto. Independente do nível de lesão da mielomeningocele a fisioterapia pode beneficiar o treino de toalete com a utilização de estímulos elétricos. O uso da eletroestimulação nesses casos é feito de forma não invasiva, sobre a pele e os estímulos são percebidos como sensação de formigamento sem dor. Além da eletroestimulação o uso de biofeedback também favorece a aquisição do controle sobre o esfíncter anal. Ficou com dúvidas? Envie um e-mail e visite o site www.incontinenciaesexualidade.blogspot.com

Repercussões na bexiga urinária de crianças com alterações na coluna

Durante o desenvolvimento do feto, na gestação, pode ocorrer má formação da coluna e ocasionar uma doença chamada de mielomeningocele. Essa doença afeta o controle motor, podendo dificultar a marcha. Dependendo da altura da coluna em que ocorre esse defeito podem causar problemas de bexiga ou até mesmo problemas renais. O que garante a nossa capacidade de caminhar é a comunicação perfeita entre o nosso cérebro e os músculos que temos nas pernas, nos pés e também no tronco. É a medula espinhal quem garante essa comunicação perfeita. Assim como nos membros inferiores, existem músculos ao redor da bexiga e nos genitais, e para conter a urina e eliminá-la no vaso sanitário é preciso ter essas estruturas íntegras. Nas crianças com mielomeningocele pode ocorrer dificuldade em eliminar a urina, necessitando do auxílio de cateteres para ocorrer o esvaziamento vesical, como também pode ocorrer dificuldade em conter os escapes de urina. Em ambos os casos é necessário o acompanhamento periódico com um médico urologista, pois com o crescimento o equilíbrio entre a bexiga e os rins pode sofrer modificações que necessitam atenção. Independente do tratamento adotado e prescrito pelo médico a fisioterapia específica pode auxiliar crianças com dificuldades de controlar a bexiga e o intestino, melhorando tanto a continência urinária e fecal, bem como estimulando o funcionamento do intestino prevenindo e tratando a constipação intestinal. A fisioterapia irá proporcionar a criança uma melhor percepção da bexiga e da uretra com estímulos não invasivos e sem efeitos colaterais. Semana que vem falaremos sobre como favorecer o intestino desses pacientes. Ficou com dúvidas? Envie um e-mail para reisanaluiza@yahoo.com.br ou visite o site www.incontinenciaesexualidade.blogspot.com.

O que fazer quando não há infecção urinária, mas os sintomas permanecem?

Ardência para urinar, maior frequência das micções, incômodo na relação sexual e até perdas urinárias visíveis na roupa íntima são incluídos como sinais e sintomas de infecção urinária. A maioria das mulheres já sentiu esse incômodo, que foi resolvido com o diagnóstico e tratamento médico. No entanto, algumas pacientes permanecem com os sintomas mesmo após as bactérias terem sido exterminadas com o uso correto do antibiótico, e a urina estar comprovadamente livre de infecção. O que fazer nesses casos? Nessa situação alguns clínicos informam as pacientes que os sintomas são emocionais, psicológicos. Essa citação por vezes gera revolta nas pacientes, pois elas não são informadas sobre tratamento adicionais aos medicamentos que podem contribuir na redução dos sintomas de irritação da bexiga após infecção urinária. Para acalmar essa irritação da bexiga, é importante aumentar a ingestão de água pura. Não é necessário exagerar, cerca de 2 litros de água pura, durante o dia, são suficientes para diluir a urina, e quanto mais aquosa a urina estiver, mais facilidade teremos para armazená-la e também para eliminar. A ingestão dessa quantidade de água também é preventiva para o surgimento dos desagradáveis cálculos renais. Além disso é interessante moderar o consumo de café, leite, refrigerantes, sucos e molhos industrializados (molho de tomate enlatado, por exemplo), frutas azedas e alimentos apimentados. Esses alimentos citados acima deixam mais resíduos na urina e contribuem para a ardência. O stress emocional também age negativamente, e às vezes, não podemos eliminar os problemas da nossa, mas podemos sim lidar com os imprevistos de maneira mais saudável, com menos irritação e menos revolta. Para ajudar nesse ponto o apoio de um psicólogo é muito importante, outras medidas anti-stress incluem atividade física moderada, práticas como yoga e tai-chi, e também acupuntura. A fisioterapia especializada atua nesses relaxando os músculos que envolvem a bexiga, reduzindo a irritação e a frequência das micções, e combatendo as perdas urinárias. Esse tipo de tratamento não possui efeitos colaterais e pode ser usado em homens, mulheres e crianças. Ficou com dúvidas? Envie um e-mail ou visite o site www.incontinenciaesexualidade.blogspot.com.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Urinar a noite pode ser um sinal de alerta!

Vários fatores podem estar relacionados com acordar várias vezes a noite para urinar: problemas de próstata, diabetes, infecção de urina, problemas de bexiga, envelhecimento e depressão. O normal é que o nosso corpo se programe para produzir menor quantidade de urina durante a noite, e com isso deveríamos urinar no máximo 1 vez a noite. Hábitos errados, como não beber água durante o dia e beber água em excesso a noite para “compensar”, é o mais comum. Uma dica prática para evitar esse problema é ter sempre uma garrafinha de água, essas de 500 ml, à mão, reforçando a lembrança de que devemos beber água. Para aquelas pessoas que realmente não bebem água, eu sugiro que comecem ingerindo uma garrafinha de 500 ml pela manhã, de gole em gole, interrompam 30 mim antes do almoço e retomem a rotina de pequenos goles duas horas após o almoço, ingerindo mais 500 ml até às 18h. Quando isso ficar fácil, pode-se aumentar a quantidade para 4 garrafinhas. Próximo das 18h ou do pôr do sol, devemos reduzir drasticamente a água que ingerimos, para sinalizar ao nosso corpo que é hora da bexiga dormir. Se esses conselhos simples não resolverem seus sintomas procure tratamento, ficar sem dormir a noite por urinar frequentemente prejudica muito o bem estar! Ficou com dúvida? Visite o site: www.incontinenciaesexualidade.blogspot.com.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Problemas Sexuais no Diabético

A diabetes pode afetar a sexualidade dos homens de várias maneiras, causando perda do desejo, ausência de ejaculação, dificuldade para ter orgasmo e impotência. A última delas é a que mais afeta a qualidade de vida. Estudos mostram que a impotência afeta de 20 a 70% dos homens com diabetes, e comparando homens da mesma faixa etária portadores ou não de diabetes, aqueles que são portadores tem uma chance duas vezes maior de apresentar o problema. A diabetes prejudica a ereção dos homens de duas maneiras. A primeira é que o excesso de açúcar enrijece os vasos sanguíneos do pênis, dificultando a dilatação e o enchimento de sangue. A segunda é que o excesso açúcar deixa o nervo eretor mais lento, como é esse nervo que faz com que os pensamentos causem a ereção, os homens com o problema precisam de mais tempo e mais estímulos. Essas duas causas fazem com que a impotência apareça. Mas existem tratamentos para o problema, um médico urologista pode avaliar o seu caso e ver qual tratamento é o melhor. A fisioterapia pode acordar essa região através da aplicação de estímulos elétricos nos músculos que circundam o pênis, é um tratamento sem contra-indicações, não é dolorido e os resultados podem ser percebidos rapidamente, proporcionando satisfação a você e a sua parceira. Se você tem diabetes e sua sexualidade está normal, não se descuide! Mantenha o seu peso controlado, pratique atividades físicas com supervisão e faça um controle rígido da glicemia, estas atitudes podem prevenir a instalação da impotência. Ficou com dúvidas? Envie um e-mail e visite o site: www.incontinenciaesexualidade. blogspot.com!

Problemas Sexuais na Mulher Diabética

As causas das disfunções sexuais nas mulheres envolvem várias causas, físicas e psíquicas. Apesar dos estudos sobre o problema serem escassos, sabe-se que as mulheres com o tipo 2 de diabetes são mais afetadas, cerca de 40% delas apresentam algum tipo de problema sexual. Já entre as mulheres com diabetes do tipo 1, cerca de 20% dela apresentam algum problema deste tipo. Quando comparamos mulheres diabéticas e não diabéticas, as diabéticas têm duas vezes mais problemas sexuais do que as saudáveis. Os problemas sexuais mais comuns nessas mulheres são a falta de desejo, problemas de excitação, dor durante a relação e falta de orgasmo. Se considerarmos as porcentagens citadas acima, veremos que são valores expressivos, porém os profissionais de saúde que cuidam das mulheres diabéticas, na sua maioria não abordam a disfunção sexual. Esses profissionais deveriam estimular e questionar as mulheres sobre esse aspecto, pois sexualidade é saúde e proporciona qualidade de vida. Não existem estudos comprovando qual é o melhor tratamento para esse tipo de paciente, mas caso existam dificuldades de relacionamento ou depressão é necessário um suporte psicológico. Se o problema for físico pode ser tratado com fisioterapia. A fisioterapia estimula os movimentos do quadril, aumenta a circulação de sangue nos genitais e podem ser aplicados estímulos elétricos vaginais para despertar a região, facilitando a lubrificação e o orgasmo. É um tratamento sem contra-indicações e indolor. Ficou com dúvidas?
Envie um e-mail e visite o site www.incontinenciaesexualidade.blogspot.com .

quinta-feira, 4 de março de 2010

O Jump e a bexiga

Uma conhecida modalidade de ginástica, feita na cama elástica, causa escapes urinários nas praticantes. Isso em geral acontece por um desequilíbrio muscular, em que falta força nos músculos responsáveis pela continência urinária e pela manutenção da posição da bexiga e do útero. Esses músculos se encontram na região genital e atuam em uma situação desfavorável, sempre contra a força da gravidade. E devemos considerar que esses músculos são a única estrutura com essa função, de continência, por isso esse alerta.
Exercícios físicos com peso excessivo ou nessa situação da cama elástica não são ideais para quem já possui algum histórico de perdas urinárias nas familiares (como mãe ou avó) ou mesmo nas mulheres que tenham tido algum sintoma urinário durante a gestação. A mesma recomendação é válida para as mulheres que possuem queixa d e intestino preso.
Para as mulheres que já possuem alguma queixa urinária, mesmo que mínimas perdas ao tossir ou ao espirrar, o ideal é buscar a manutenção ou a perda de peso com atividades com menor impacto como caminhada ou modalidades realizadas dentro da piscina em que a ação da gravidade é neutralizada.
A fisioterapia está indicada como tratamento inicial destes sintomas urinários, com resultados excelentes e com benefícios que se estendem a um melhor funcionamento intestinal e a uma melhor performance sexual, podendo ser percebidos já nas primeiras sessões.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Fisioterapia comoTratamento da Incontinência Urinária nas Mulheres

A fisioterapia pode contribuir no tratamento daquelas incômodas “escapadas” de urina que algumas mulheres apresentam. O mais comum são escapadelas na posição em pé, durante a realização de esforços que envolvam movimentos bruscos da barriga, como levantar rapidamente, dar risada, tossir... O tratamento correto envolve a realização do estudo urodinâmico, um exame específico capaz de detectar como a bexiga funciona e qual o tratamento mais indicado. Independente da indicação médica de medicação ou de cirurgia, a fisioterapia especializada para essa região acelera o controle dos sintomas, acelera a recuperação após a cirurgia e elimina a necessidade de novas cirurgias.
Na minha experiência os pacientes tem referido melhora entre 70%, nos casos mais graves, e 100%, cura completa, nos casos mais leves.
O controle dos músculos da região vaginal e anal facilita a saída da urina no momento da micção, facilita a evacuação e contribui para uma vida sexual mais satisfatória, proporcionando mais prazer a ambos os parceiros.
Para as pessoas sem vida sexual ativa (idosos e crianças) a fisioterapia também está indicada e pode ser aplicada de um modo “indireto”, ou seja, pode-se acessar a bexiga através da estimulação de nervos que passam pelo tornozelo ou pela região lombar.
Se esse problema tem lhe incomodado converse com seu médico, as técnicas de tratamento têm evoluído muito rapidamente e certamente há um tratamento disponível para lhe proporcionar uma melhor qualidade de vida livre dos absorventes! Ficou com dúvida? Envie um e-mail!
Dra. Ana Luiza Reis
Fisioterapeuta especialista em cancerologia e em disfunções do assoalho pélvico
CREFITO 3 76058
e-mail: reisanaluiza@yahoo.com.br
CENTRO MÉDICO INDAIATUBA II Fone (19)3894-5568
INSTITUTO LUBECK ITU Fone (11)4023-6153
Tratamento para incontinência urinária e fecal, adultos e crianças
Tratamento para disfunções sexuais

Incontinência Urinária nas profissionais de enfermagem

Incontinência é como são chamados os escapes de urina, não importa se é só um pouquinho, molhando só a roupa íntima, ou se molha toda a calça. Durante a minha especialização era rotina acompanhar os atendimentos médicos dentro da universidade e sempre me chamou a atenção a quantidade de pacientes que contavam ser profissionais de enfermagem. A curiosidade fez com que eu pesquisasse mais sobre o assunto, e para a minha surpresa descobri que o número dessas profissionais acometidas pelas perdas de urina é realmente alarmante: 27% das profissionais de um hospital da região referiram perdas de urina. Esse incômodo que antigamente acometia mulheres mais idosas, preferencialmente após a menopausa, tem incomodado as mulheres cada vez mais cedo! E por que acontece em quase um terço das profissionais de enfermagem? A mesma pesquisa citada acima observou que o ritmo de trabalho muitas vezes faz com que elas não consigam se ausentar para ir ao banheiro e que a distância até o banheiro é longa. Além disso, o cuidado com os pacientes (banho, transporte) exige muito esforço, que se for feito com a bexiga cheia, sem conhecer os músculos que seguram o xixi, irá fatalmente resultar em perdas. Tão alarmante quanto a quantidade de mulheres acometidas pelo problema é o que essas profissionais têm feito para remediar o problema: não tomam líquidos. Isto além de prejudicar os rins, piora ou causa intestino preso, e o esforço para evacuar piora a incontinência. Fica claro que o problema vira uma bola de neve... Então aí vai uma dica as minhas colegas da área da saúde: os exercícios do assoalho pélvico, ou períneo, são capazes de reverter esse problema, e quanto mais precoce o tratamento, mais rápido os resultados aparecem. Na maioria dos casos a cirurgia é evitada com fisioterapia especializada. Ficou com dúvida? Envie um e-mail!
Dra. Ana Luiza Reis
Fisioterapeuta especialista em cancerologia e em disfunções do assoalho pélvico
CREFITO 3 76058
e-mail: reisanaluiza@yahoo.com.br
CENTRO MÉDICO INDAIATUBA II Fone (19)3894-5568
INSTITUTO LUBECK ITU Fone (11)4023-6153
Tratamento para incontinência urinária e fecal, adultos e crianças
Tratamento para disfunções sexuais

O que é incontinência?

Acredito que a maioria das pessoas saiba que o termo continência signifique a capacidade que nosso corpo tem segurar a urina e fezes produzidas até um momento e local adequados para eliminá-los e que a incontinência signifique a incapacidade. Mas existem tipos ou classificações dessas incontinências? Sim, e agora iremos abordá-las uma a uma.
1. Incontinência Anal: o intestino em sua porção final, o reto, deve ser capaz de armazenar o bolo fecal produzido, independente da sua consistência, o significa também os gases produzidos durante a digestão. Então perdas involuntárias, independentes da nossa vontade, de gases, fezes líquidas, sólidas, mesmo que seja só aquela manchinha na calcinha/cueca, sinalizam que há algo errado e você deve procurar ajuda.
2. Incontinência Urinária: assim como o intestino a bexiga funciona como um reservatório de urina, até estarmos em um local adequado, e aí vai um alerta, a bexiga tem uma capacidade LIMITADA, ficar segurando a urina o dia todo é prejudicial a sua saúde. A incontinência de urina é dividida em alguns tipos: a de esforço, a por hiperatividade vesical que pode vir associada a sensação de urgência para urinar. Aquela por esforço acontece inicialmente com pequenas perdas aos grandes esforços e, sem tratamento, pode progredir rapidamente para grandes perdas aos pequenos esforços. Já a hiperatividade vesical, significa que a bexiga está “nervosa”, o armazenamento de urina fica prejudicado pelas contrações persistentes e fortes da bexiga. Após a retirada da próstata, nos homens, ambos os tipos podem ocorrer. Nas crianças pode acontecer a chamada enurese noturna, naquelas que mesmo após estarem livres das fraldas, permanecem perdendo urina durante a noite, e repito, isso sinaliza que algo não está normal, e você deve procurar tratamento.
3. Incontinência ejaculatória: essa se refere a sexualidade masculina e também é conhecida por ejaculação precoce. Conversamos semana passada que o orgasmo masculino e a ejaculação são eventos diferentes, mas que estão sob o controle do homem. Por mais prazeirosa que uma relação esteja deve existir a capacidade de adiar o momento da ejaculação.
Todos esses tipos de incontinência são passíveis de tratamento com fisioterapia e nós estaremos abordando-os mais detalhadamente nas próximas edições. Se você tiver dúvida, mande um e-mail, eu escreverei o texto voltado para a sua pergunta.
Dra. Ana Luiza Reis
Fisioterapeuta especialista em disfunções do assoalho pélvico
CREFITO 3 76058
e-mail: reisanaluiza@yahoo.com.br
CENTRO MÉDICO INDAIATUBA 3894-5568