quinta-feira, 1 de julho de 2010

Problemas Sexuais no Diabético

A diabetes pode afetar a sexualidade dos homens de várias maneiras, causando perda do desejo, ausência de ejaculação, dificuldade para ter orgasmo e impotência. A última delas é a que mais afeta a qualidade de vida. Estudos mostram que a impotência afeta de 20 a 70% dos homens com diabetes, e comparando homens da mesma faixa etária portadores ou não de diabetes, aqueles que são portadores tem uma chance duas vezes maior de apresentar o problema. A diabetes prejudica a ereção dos homens de duas maneiras. A primeira é que o excesso de açúcar enrijece os vasos sanguíneos do pênis, dificultando a dilatação e o enchimento de sangue. A segunda é que o excesso açúcar deixa o nervo eretor mais lento, como é esse nervo que faz com que os pensamentos causem a ereção, os homens com o problema precisam de mais tempo e mais estímulos. Essas duas causas fazem com que a impotência apareça. Mas existem tratamentos para o problema, um médico urologista pode avaliar o seu caso e ver qual tratamento é o melhor. A fisioterapia pode acordar essa região através da aplicação de estímulos elétricos nos músculos que circundam o pênis, é um tratamento sem contra-indicações, não é dolorido e os resultados podem ser percebidos rapidamente, proporcionando satisfação a você e a sua parceira. Se você tem diabetes e sua sexualidade está normal, não se descuide! Mantenha o seu peso controlado, pratique atividades físicas com supervisão e faça um controle rígido da glicemia, estas atitudes podem prevenir a instalação da impotência. Ficou com dúvidas? Envie um e-mail e visite o site: www.incontinenciaesexualidade. blogspot.com!

Problemas Sexuais na Mulher Diabética

As causas das disfunções sexuais nas mulheres envolvem várias causas, físicas e psíquicas. Apesar dos estudos sobre o problema serem escassos, sabe-se que as mulheres com o tipo 2 de diabetes são mais afetadas, cerca de 40% delas apresentam algum tipo de problema sexual. Já entre as mulheres com diabetes do tipo 1, cerca de 20% dela apresentam algum problema deste tipo. Quando comparamos mulheres diabéticas e não diabéticas, as diabéticas têm duas vezes mais problemas sexuais do que as saudáveis. Os problemas sexuais mais comuns nessas mulheres são a falta de desejo, problemas de excitação, dor durante a relação e falta de orgasmo. Se considerarmos as porcentagens citadas acima, veremos que são valores expressivos, porém os profissionais de saúde que cuidam das mulheres diabéticas, na sua maioria não abordam a disfunção sexual. Esses profissionais deveriam estimular e questionar as mulheres sobre esse aspecto, pois sexualidade é saúde e proporciona qualidade de vida. Não existem estudos comprovando qual é o melhor tratamento para esse tipo de paciente, mas caso existam dificuldades de relacionamento ou depressão é necessário um suporte psicológico. Se o problema for físico pode ser tratado com fisioterapia. A fisioterapia estimula os movimentos do quadril, aumenta a circulação de sangue nos genitais e podem ser aplicados estímulos elétricos vaginais para despertar a região, facilitando a lubrificação e o orgasmo. É um tratamento sem contra-indicações e indolor. Ficou com dúvidas?
Envie um e-mail e visite o site www.incontinenciaesexualidade.blogspot.com .

sábado, 22 de maio de 2010

Prevenindo a Impotência Sexual (parte 3)

A impotência sexual, ou disfunção erétil, também pode estar relacionada aos problemas de próstata. A doença benigna da próstata, chamada de hiperplasia, pode ser controlada com o uso de medicamentos, mas, a longo prazo, esses remédios podem trazer prejuízos para a função sexual, por isso para aqueles homens que possuem esse tipo de problema de próstata, não basta sentirem-se aliviados por não terem câncer e esquecer das consultas de rotina com o urologista. Só este médico pode indicar o tratamento definitivo para o problema com menores efeitos colaterais. Para aqueles homens que retiraram a próstata totalmente devido a câncer também pode haver prejuízo da ereção. Todos os tratamentos disponíveis hoje para o câncer de próstata predispõem os pacientes ao risco de impotência. Tanto o tratamento cirúrgico como a radioterapia pode interferir no funcionamento dos chamados nervos eretores. São estes nervos que causam a abertura dos vasos, e conseqüentes endurecimento do pênis pela aumento da quantidade de sangue no órgão. A perda da ereção após o câncer de próstata é mais comum nos homens mais idosos, com outras doenças e aqueles que já tinham dificuldades de ereção antes de descobrir o câncer. Existem tratamentos para recuperar a ereção após este tipo de tratamento. Entre os tratamentos recentemente desenvolvidos está a estimulação dos músculos que circulam o pênis, a contração eficiente desta musculatura durante o ato sexual empurra o sangue para a glande e auxilia o processo de ereção. O tratamento é indolor e não apresenta efeitos colaterais. Este tratamento também ajuda a controlar os escapes de urina depois da cirurgia de próstata. Ficou com dúvida? Envie um email!

Prevenindo a Impotência Sexual (Parte 2)

A diabetes e o colesterol alto formam placas que entopem os vasos sanguíneos. Como a ereção e o endurecimento do pênis são dependentes do enchimento pelo sangue, esse tipo de entupimento dificulta a chegada do sangue e abertura dos vasos sanguíneos penianos. Nós já falamos sobre isso nessa coluna, mas só relembrando, quando o homem sente a excitação, o desejo sexual, ocorre uma dilatação dos vasos sanguíneos que existem no interior do pênis e assim se dá o aumento do volume e o endurecimento do órgão. O colesterol é uma gordura animal e o chamado colesterol ruim, o HDL, é o que pesa mais, e por ser mais pesado se deposita com maior facilidade nas paredes das artérias e veias. Se o aumento do colesterol estiver somado ao aumento de açúcar no sangue, a hiperglicemia, o prejuízo será ainda maior. Além da obstrução física, ocorrerá um endurecimento dos vasos que acabam perdendo a capacidade de se dilatarem aos estímulos sexuais. Por isso é importante adotarmos hábitos alimentares saudáveis desde jovens, muitas frutas, verduras e fibras, e poucos alimentos gordurosos e frituras. Além de beber muita água, 2 litros por dia de água pura, não podendo ser substituída por suco, chás ou bebidas alcoólicas. O site www.movimentosaudemasculina.com.br possui maiores informações com uma linguagem acessível aos pacientes, mas nada substitui a orientação de um médico urologista.

Prevenindo a Impotência Sexual (Parte 1)

Sabe-se que as causas de impotência sexual, ou disfunção erétil, envolvem os problemas neurológicos, problemas de pressão alta, diabetes, problemas de próstata, colesterol alto, consumo de drogas, de álcool ou de cigarros. Entre os problemas neurológicos estão o derrame, que é causado por pressão alta descontrolada. Caso o quadro de pressão alta já tenha se instalado ou o derrame já tenha acontecido, existem remédios específicos para tratar e devolver a capacidade de ereção do paciente, e só um médico urologista pode fazer a avaliação e tratamento corretos. Porém essas duas situações, o derrame e a hipertensão, são possíveis de prevenir, com aquela velha receita que conhecemos: atividade física regular, alimentação balanceada, evitar alimentos gordurosos e frituras, visitas freqüentes ao médico para exames de rotina. Esse recado é especialmente dedicado àqueles que já possuem familiares (pais, irmãos, tios) com tais problemas, porque algumas dessas doenças podem ser herdadas, passadas de pais para filhos. A obesidade está ligada ao aparecimento desses problemas, se você vem ganhando peso com o passar dos anos, procure ajuda. Prevenir é muito mais eficaz e muito mais fácil do que tratar! Pense nisso! Para mais informações procure orientação médica e acesse o site www.movimentosaudemasculina.com.br .

domingo, 14 de março de 2010

Bexiga Hiperativa

O próprio nome já nos dá uma dica, hiperativa, significa que não relaxa, que é nervosa. E é mais ou menos assim que funciona a bexiga das pessoas que têm essa doença. A bexiga é o local onde nossos rins guardam a urina, um reservatório. Para cumprir a sua função de “caixa d’água” a bexiga precisa ser capaz de receber uma grande quantidade de urina e eliminá-la completamente quando for o momento certo. Então a bexiga deve ficar relaxada a maior parte do tempo e se contrair somente quando está cheia e precisamos urinar.
Essa doença pode acontecer após doenças do sistema nervoso ou sem uma causa estabelecida. Para explicar essas causas não estabelecidas surgiram algumas teorias. Entre essas teorias algumas dizem que a inervação da bexiga não é perfeita, outras dizem que o músculo da bexiga é quem tem o problema, mas dentre elas uma particularmente chama atenção: diz que a falta de relaxamento dos músculos ao redor da uretra (canal do xixi) durante a micção obstrui a saída normal da urina e pode contribuir para o problema. Isso é algo relativamente comum entre as mulheres que conheço, a falta de conhecimento, de percepção do próprio corpo faz com que não percebam se durante o urinar esses músculos genitais estão tensos (errado) ou relaxados (correto). Essa falta de relaxamento dos músculos genitais também prejudica a eliminação das fezes, causando intestino preso. Não existe remédio que possa resolver esse problema, somente a mudança de hábitos pode melhorar essa condição. Experimente desacelerar no momento em que vai ao banheiro, urine com calma, sem fazer força com a barriga, sente-se confortavelmente no vaso, afaste bem as pernas, e tente perceber melhor a região do genitais. Se essas dicas não melhorarem sua relação com a sua bexiga e intestino, procure ajuda especializada. Ficou com dúvidas? Envie um e-mail!

quinta-feira, 4 de março de 2010

O Jump e a bexiga

Uma conhecida modalidade de ginástica, feita na cama elástica, causa escapes urinários nas praticantes. Isso em geral acontece por um desequilíbrio muscular, em que falta força nos músculos responsáveis pela continência urinária e pela manutenção da posição da bexiga e do útero. Esses músculos se encontram na região genital e atuam em uma situação desfavorável, sempre contra a força da gravidade. E devemos considerar que esses músculos são a única estrutura com essa função, de continência, por isso esse alerta.
Exercícios físicos com peso excessivo ou nessa situação da cama elástica não são ideais para quem já possui algum histórico de perdas urinárias nas familiares (como mãe ou avó) ou mesmo nas mulheres que tenham tido algum sintoma urinário durante a gestação. A mesma recomendação é válida para as mulheres que possuem queixa d e intestino preso.
Para as mulheres que já possuem alguma queixa urinária, mesmo que mínimas perdas ao tossir ou ao espirrar, o ideal é buscar a manutenção ou a perda de peso com atividades com menor impacto como caminhada ou modalidades realizadas dentro da piscina em que a ação da gravidade é neutralizada.
A fisioterapia está indicada como tratamento inicial destes sintomas urinários, com resultados excelentes e com benefícios que se estendem a um melhor funcionamento intestinal e a uma melhor performance sexual, podendo ser percebidos já nas primeiras sessões.